Universidade desenvolve projeto de peixe enlatado na merenda escolar


O Grupo de Estudos de Manejo na Aquicultura (Gemaq), do curso de Engenharia de Pesca do campus de Toledo da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) desenvolveu um produto inédito para no país: o peixe enlatado”, informa o coordenador do Gemaq, professor Aldi Feiden, e a acadêmica Ana Maria da Silva, que trabalha diretamente com essa pesquisa.

A vantagem do enlatamento, pontuam Feiden e Ana Maria, é que podem ser utilizados inclusive peixes tidos como fora do padrão de abate, devido ao tamanho menor. “Com isso, pretendemos fazer com que o peixe chegue ao consumidor a preço acessível, mais barato até que a sardinha”, diz a acadêmica.

A expectativa é de que o peixe enlatado também contribua para fomentar a utilização da proteína de peixe na merenda escolar. A coordenadora regional do Projeto de Inclusão do Pescado na Merenda Escolar, professora Adriana Maria De Granti, está otimista com a ideia. “O peixe enlatado aumenta o tempo de conservação do peixe, acaba o problema da falta do peixe na entressafra e facilita o manejo das merendeiras para o preparo”, cita Adriana. 

A coordenadora pontua que o enlatamento não retira as propriedades do peixe, atingindo seu objetivo. “E ainda alavanca a cadeia, a partir do produtor. Todos saem ganhando”, incentiva.



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