Salinas da Margarida intensifica parceria com Estaleiro Enseada do Paraguaçu

Devido à necessidade de construção de alojamentos para os trabalhadores das obras do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, a Prefeitura de Salinas da Margarida intensifica a parceria doando terreno para uso do consórcio que pode, mais tarde, servir aos interesses da população salinense. O Prefeito Wilson Pedreira assim justifica o ato publicado no D.O. do município:
O ESTALEIRO ENSEADA DO PARAGUAÇU S.A solicitou deste Município a concessão de direito de uso do imóvel, conforme acima mencionado, para implantação do alojamento do pessoal que irá trabalhar no canteiro de obras situado no Distrito de Enseada do Paraguaçu, no Município de Maragogipe. O alojamento da área possibilitará, mais tarde, após o prazo de vigência da concessão de direito de uso, a sua utilização para diversos fins pelo Município, inclusive para fins de moradia de interesse social.
A entidade acima mencionada está instalada no Município de Maragogipe e é a responsável pela implantação do Polo Naval, fato que promoverá a criação de milhares de postos de emprego para toda Região e especialmente para nosso Município, dada a sua proximidade do nosso território.
Assim, como obteremos ao fim da cessão uma área mais útil aos anseios da Administração e da população salinense em geral, sem qualquer prejuízo ambiental, pois que será devidamente licenciada pelos órgãos competentes, solicito que o presente projeto seja acolhido integralmente por Vossas Excelências, de forma que possa ser concedido o direito de uso do imóvel à aludida empresa para o atendimento de seus objetivos e do interesse público.
Início das obras

Cento e setenta operários já trabalham na construção do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP), no município de Maragogipe, Recôncavo baiano. A obra está na fase inicial, com a realização dos serviços de supressão da vegetação, resgate da fauna e flora e terraplanagem. É o maior investimento da iniciativa privada na Bahia e na área da indústria naval com execução iniciada no Brasil, sob o comando de um consórcio formado pelas empresas Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki.
A conclusão dos trabalhos está prevista para 2014, e até lá serão investidos R$ 2 bilhões na construção e contratação de mais de três mil operários. Quando o EEP estiver pronto, o estado ganhará mais um ponto de produção de navios e plataformas de exploração de petróleo, reaquecendo a economia do Recôncavo e recolocando a Bahia no mapa da indústria naval brasileira.
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Cuidados ambientais

Para evitar que o crescimento seja desordenado e traga impactos negativos tanto na área ambiental como social, o EEP está cercado de todos os cuidados. O consórcio responsável pelo empreendimento realiza estudos e licenciamentos e de acordo com a gerente de sustentabilidade do EEP, Caroline Azevedo, desde 2008 vêm sendo realizados encontros com as comunidades locais para definir ações que permitam a inclusão dessas pessoas.

Fonte: D.O. do Município/Secom

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