BID e EEP discutem inclusão produtiva de grupos vulneráveis

digasalinasA criação de “Estratégias multissetoriais para a inclusão produtiva de grupos vulneráveis” foi o tema de encontro promovido hoje (27/8), em Salvador, pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A abertura contou com participações de dirigentes dos governos estadual e federal, além do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP), que esteve representado pela gerente de Educação Profissional, Márcia Lapa.

 Os dados apresentados por Andrew Morrison, chefe da Unidade de Gênero e Diversidade do BID, revelam que no Brasil 82 milhões de pessoas possuem perfil de vulnerabilidade. “O Nordeste é prioridade para o Banco Interamericano de Desenvolvimento, pois além de grande quantidade de vulneráveis, concentra metade do cadastro do Bolsa Família”, afirmou Morrison. O representante falou também sobre o papel do Banco na elaboração de estudos concentrados na Bahia, Ceará e Sergipe e que vão servir na formulação de políticas públicas.

 Na sequência, Gleide Costa, coordenador do Ministério do Trabalho e Emprego, e Bruno França, do Ministério do Desenvolvimento Social, falaram, respectivamente, sobre o Sistema Nacional de Emprego (SINE) e sobre o mercado de trabalho dos vulneráveis no Mercosul.

 Ainda durante a solenidade de abertura do encontro, Márcia Lapa, do EEP, apresentou o caso sobre a parceria entre os entes públicos e um empreendimento do porte do Estaleiro Enseada do Paraguaçu. “Estamos construindo um projeto de sucesso, pautando nossos projetos em ações que levem em conta, sobretudo, o cenário de vulnerabilidade que por vezes encontramos”, revelou a gerente do estaleiro.  O evento prosseguiu durante a tarde com as etapas de interação entre os atores mapeados pelo BID.

Com informações de Marcelo Gentil – Comunicação EEP
Foto:  Marcelo Reis

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